O problema da Caspa - Saiba o que é e como tratar com Luna System.
28/06/2016

O problema da Caspa - Saiba o que é e como tratar com Luna System.


A Luna System colocou no mercado a linha anti caspa  Bi Complex:  Shampoo Energizante e Mascara Revitalizante - com Jaborandi para combater a seborreia, Melissa para limpar o couro cabeludo e  Octopirox +  Piritionato de Zinco para combater a caspa e o fungo causador. Os resultados são extraordinários. Um produto espetacular para eliminar de vez com as caspas e deixar os cabelos macios e resistentes.

Entenda o problema da caspa:

Caspa

A caspa é uma anomalia de couro cabeludo, caracterizada pela descamação maciça de pequenos corpos da camada superficial da pele chamada camada córnea. Quando a pele do couro cabeludo se vê agredida, ela produz mais célula no sentido de “engrossar”  a camada córnea e proteger-se da agressão. A maior produção de células empurra mais rapidamente para fora as células mortas, renovando a pele. As células mortas se soltam em placas, que constituem a caspa.

Entre as causas da caspa, temos:

- Pequenas zonas e inflamação no couro cabeludo: é a chamada caspa seca, decorrente de um ressecamento do couro cabeludo. Esse ressecamento pode ser provocado por produtos irritantes como shampoos, cremes, géis e condicionadores inadequados, ou até mesmo deficiências nutricionais de vitaminas e óleos essenciais.

- Oleosidade no couro cabeludo: a presença de oleosidade em excesso pode causar irritações no couro e resultar na chamada caspa oleosa (ou caspa comum).

O mecanismo pelo qual oleosidade provoca irritações obedece aos seguintes passos:

* A pele do couro cabeludo, assim como a pele de todo o corpo, apresenta um conjunto de bactérias residentes naturais. Essas bactérias são úteis ao homem e representam a flora bacteriana da pele. 

* A oleosidade em excesso favorece o crescimento de alguns microorganismos, aqueles que se alimentam de lipídeos, em detrimento de outros. Ocorre, assim, um desequilíbrio entre os constituintes da flora bacteriana.

Alguns estudos mostram que o microorganismo que mais se desenvolve nessas condições é um fungo chamado Ptirosporum ovale.

* Os microorganismos que se alimentam de Lipídios cutâneos secretam enzimas chamadas lipases, que quebram os lipídeos transformando-os em ácidos graxos. Alguns ácidos graxos em contato com o ar se oxidam dão origem a substancias altamente irritantes.

Os bons produtos  anticaspa são substancias que inibem a formação dos ácidos graxos que podem causar irritação no couro cabeludo ou impedem que os ácidos graxos se oxidem. Estes produtos devem ser:

* bons umectantes para o couro cabeludo, inibindo seu ressecamento;

* apresentam atividade antimicrobiana para o Ptirosporum ovale;

*serem capazes de normalizar a renovação da camada córnea.

Somente Luna System atende a todos estes requisitos.

Anti caspa anti oleosidade - combate a seborreia
Esfoliação: descubra qual é o melhor tipo para o seu rosto e corpo
27/04/2016

Esfoliação: descubra qual é o melhor tipo para o seu rosto e corpo

O que é?

A esfoliação é um mecanismo de ação que tem como objetivo a remoção da camada mais superficial da pele (extrato córneo) onde estão presentes as células de queratina mortas, assim como a sujeira e microrganismos que ficam retidos na região e podem obstruir os poros e causar doenças. Ela é realizada através do atrito de uma substância, normalmente granulada, com a pele, o que pode deixá-la mais lisa, macia, uniforme e auxiliar no clareamento de manchas. Também existe a esfoliação química (mais comum em clínicas), que é feita através de cremes formulados com ácidos, mas sem grânulos, que eliminam a necessidade de esfregar o produto.

A esfoliação também estimula a derme, segunda camada interna da pele, o que ajuda na absorção dos produtos utilizados após este procedimento, como hidratantes. O procedimento também pode auxiliar a reduzir a oleosidade da pele, a retirada de cravos da face e fechamento dos poros, mas pede alguns cuidados.


Indicações e contraindicações

As indicações da esfoliação incluem prevenção da acne, controle da oleosidade, remoção das células mortas, preparação para outros procedimentos estéticos (como uso de cremes antiestrias), evitar pelos encravados no depilar ou barbear, ajudar no clareamento de manchas etc. Mas é preciso tomar cuidado com o procedimento, pois pode causar lesões e até infecções. Justamente por isso ele é contraindicado em casos de herpes (principalmente ativa), psoríase, dermatites, se a pele estiver com feridas, machucados ou queimada pelo sol. Além disso, também não se deve fazer a esfoliação caso a pessoa tenha acne de moderada a grave na região, pois o atrito pode provocar a ruptura das pústulas (pequena "bolinha" com pus), o que aumenta o risco de infectar as glândulas sebáceas, agravando o problema. No caso dos idosos, que têm a pele mais fina, só se deve fazer a esfoliação se solicitado pelo médico, para não aumentar o risco de traumas.

Cuidados para cada tipo de pele

A pele de cada pessoa é diferente, tem características próprias e a recomendação de fazer ou não a esfoliação, assim como a sua frequência, dependerá destes fatores. O médico dermatologista é o especialista que poderá indicar o melhor para o seu caso. No geral, pessoas com pele do rosto oleosa podem esfoliar a face até duas vezes por semana, com a considerada normal uma vez por semana, e pessoas com a pele seca, se necessário, uma vez a cada 15 dias. Depois de esfoliar a pele seca, também é necessário utilizar um hidratante. Os esfoliantes corporais costumam ter a sua utilização recomendada até duas vezes por semana.


Efeito rebote

Muitas pessoas incluem a esfoliação na sua rotina de higiene pois querem se livrar da oleosidade excessiva, principalmente na adolescência. Mas, cuidado, pois uma vez que o procedimento é feito mais vezes que o indicado, o seu organismo pode entender que a falta de óleo é um sinal de pouca proteção natural, então aumentará a produção deste sebo deixando a pele muito mais oleosa. Além disso, a lavagem ou a esfoliação constante pode provocar microtraumas na superfície da pele ou dermatite de contato.

Técnicas caseiras

É possível fazer a esfoliação em casa utilizando produtos da sua cozinha, mas é preciso ter cuidado. Isso porque, apesar de serem ingredientes que parecem inofensivos, eles também podem causar feridas na pele se passados com muita força ou grande frequência. Além disso, como eles não contém conservantes, podem permitir o crescimento de bactérias na receita, então o seu uso sempre deve ser imediato.


Algumas das opções mais comuns de esfoliantes feitos em casa são:

    mistura de açúcar mascavo ou refinado com mel

    mistura de aveia com açúcar cristal e chá de camomila

    mistura de açúcar refinado com hidratantes.

    Uso em mulheres grávidas
    Grávidas também podem realizar a esfoliação, mas sempre com os devidos cuidados e respeitando o seu tipo de pele. Os principais benefícios são a redução da chance de pelos encravados após a depilação, remoção da pele morta que fica acumulada e potencializar a penetração dos cremes utilizados, como os antiestrias e os hidratantes. Os riscos são os mesmos para todos, ou seja, se ela for realizada com muita força ou frequência pode ferir a pele, o que pode servir de porta de entrada para micro-organismos como fungos, bactérias e vírus, ou até corpos estranhos que podem desencadear alergias.

    Uma dica importante é sempre preferir os produtos que contenham extratos naturais, como os de flores ou frutas. Alguns ácidos, como o ascórbico, lático, azeláico e glicólico podem estar presentes nestes produtos. Agora os esfoliantes que contenham ácido salicílico, que normalmente está presente nos produtos para pele oleosa e acneica, não devem ser usados. Sobre as opções caseiras, é importante lembrar que elas podem causar sensibilização em algumas gestantes, então o seu uso deve ser feito com cautela.

    Os esfoliantes corporais costumam ser mais grossos e abrasivos que os da face, uma vez que a pele do corpo é menos delicada que a do rosto. Também existem produtos específicos para pele oleosa e acneica, que geralmente contém agentes que ajudam a regular a produção de sebo.

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    Melhores Técnicas para cortar cabelos cacheados
    27/04/2016

    Melhores Técnicas para cortar cabelos cacheados

    Quem tem cabelos cacheados sabe bem que os caracóis precisam de cuidados muito específicos para ficarem bonitos. Além de produtos que ajudem no volume e definição, o corte tem que ser preciso para que as madeixas tenham o peso e o movimento correto. Como a maioria dos cabeleireiros está acostumada a lidar com cabelos alisados, nem todos sabem as técnicas corretas para cuidar desse tipo de fio - fique de olho nas dicas da cabeleireira Mônica Felix e da blogueira Cinthya Rachel para saber exatamente o que pedir quando chegar ao salão.

    FIQUE ATENTA AO INSTRUMENTO E À MANEIRA QUE O FIO ESTÁ SENDO CORTADO
    A primeira lição a ser aprendida é que cabelos cacheados só devem ser cortados com tesoura e sempre na posição vertical. Especializada nesse tipo de corte, Mônica explica que a navalha ou uma tesoura usada na horizontal agem da mesma forma e são prejudiciais para os caracóis: "elas tiram o caimento certo, não permitem que os cachos se encaixem e ganhem o formato certo", conta a profissional, que ainda diz que isso afeta a saúde do cabelo: "essa forma equivocada de cortar gera fissuras nas extremidades que são as chamadas pontas duplas", revela a profissional.

    O FORMATO ESCOLHIDO TAMBÉM PODE FAZER TODA A DIFERENÇA
    Um cabelo sem volume ou com formato triangular - aquele que fica com a raiz baixa e pontas cheias - é sinal de corte errado. Assim como a tesoura não pode passar de maneira reta pelos fios, o corte escolhido para um cabelo cacheado também não pode ser reto: "quando isso acontece, os fios armam embaixo e criam o chamado efeito abajur. Os cachos ficam como se fossem um bloco só na ponta", conta. Cortar de uma forma irregular e com algumas mechas repicadas impede que os fios pesem trazendo movimento aos cachos e permitindo que eles consigam o volume ideal.

    CABELOS CACHEADOS NÃO DEVEM SER CORTADOS MOLHADOS
    Molhar os cabelos antes de cortar é um costume que toda mulher aprende desde pequena, mas para quem tem cabelos cacheados o ideal é fazer exatamente o oposto. Manter as madeixas secas enquanto a tesoura trabalha mecha por mecha é a forma mais segura de saber como o visual vai ficar depois: "só assim dá para ver o encaixe dos fios. Cachos cortados quando estão molhados vão se comportar de uma maneira totalmente diferente quando secarem e aí vai ser uma surpresa o resultado final", diz a cabeleireira.

    CORTES DEVEM SER FREQUENTES, MAS SEM EXAGEROS
    É verdade que um cabelo sem corte não cresce saudável, mas como quem tem cachos costuma reclamar da demora no crescimento, Mônica traz boas notícias: "a frequência para manter as pontas é cortar de dois a três meses, não tem jeito. Mas se pensarmos que a manutenção tira menos de um centímetro de comprimento e que em três meses os fios podem ter aumentado mais de três centímetros, a média vai ser sempre positiva", indica.
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    Sete cuidados com o couro cabeludo garantem cabelos mais bonitos e saudáveis
    26/04/2016

    Sete cuidados com o couro cabeludo garantem cabelos mais bonitos e saudáveis

    Enrolados, lisos, crespos, claros ou escuros. Não importa qual é o seu tipo de cabelo, certamente você já desejou uma cabeleira de arrasar, com efeito de comercial de xampu. E para isso investiu em cremes, acessórios e salões de beleza.

    Mas é provável que você tenha se esquecido de um "pequeno" detalhe: o couro cabeludo. É dele que cada fio de cabelo nasce e, consequentemente, herda tanto as qualidades quanto os defeitos. Se essa região estiver com excesso de oleosidade, pele ou constantemente suja, não há corte que resolva, as madeixas terão sempre os mesmos problemas.

    O dermatologista Valcinir Bedin, presidente da Sociedade Brasileira do Cabelo, explica que as raízes dos cabelos são a base para fios fortes. "O descaso com o couro cabeludo pode causar caspa, descamação, oleosidade em excesso e até prejudicar a nutrição do cabelo".

    A boa notícia é que basta um pouquinho de atenção para garantir raízes saudáveis. Confira os cuidados com o couro cabeludo a seguir. Na hora de lavar Você é adepto de um bom banho quente e ainda lava o cabelo todo dia? A tática pode até ser relaxante, mas provavelmente está detonando o seu couro cabeludo - e de diferentes maneiras.

    Primeiro: a água quente estimula as glândulas sebáceas da região, responsáveis pela produção da oleosidade, que trabalharão mais que o normal. Já o excesso de água decorrente da lavagem diária vai retirar a oleosidade natural, estimulando as glândulas a trabalhar ainda mais para compensar a falta de sebo. O resultado é o aspecto engordurado em dobro, que pode obstruir os poros que dão passagem ao fio de cabelo, e, consequentemente, dificultar a distribuição dessa oleosidade, importante para a hidratação do fio por inteiro.

    Para evitar o desastre, Valcinir Bedin recomenda que a lavagem seja feita com água em temperatura menor que 25 graus e, preferencialmente em dias alternados. Assim você evita os desgastes causados pelo excesso de água, sem permitir o acúmulo de sujeira. "No caso de cabelos muito oleosos, se não der para intercalar as lavagens, é fundamental respeitar a temperatura da água, que deve ser de morna a fria", aponta o especialista.

    Enxágue bem

    A cabeleireira Marília Kikuchi, consultora técnica da Condor, conta que o acúmulo de produtos na raiz dos cabelos também pode entupir os poros (folículos pilosos) do couro cabeludo, que é por onde o fio de cabelo sai, prejudicando a nutrição dos fios. "Isso acontece comumente com os produtos do tipo "2 em 1", que agregam xampu e condicionador numa só fórmula", explica. "Em geral, as pessoas não retiram totalmente esse produto do cabelo, e os resquícios acabam se acumulando no couro cabeludo." Mas o problema pode acontecer com qualquer outro produto. A especialista recomenda que condicionadores e cremes não sejam aplicados diretamente na raiz e que o xampu seja muito bem retirado após a lavagem.

    Hidratações para combater a descamação

    Muita gente sofre com o ressecamento do couro cabeludo. O especialista recomenda esse cuidado quando houver descamação, que pode ser causada pela queda de temperatura: "No frio, a sudorese fica diminuída, por isso há o ressecamento do couro cabeludo e possivelmente a descamação", explica. Existem produtos específicos que podem hidratar o couro cabeludo sem deixá-lo com aspecto ensebado e nem obstruir os poros do couro cabeludo. Princípios ativos como a ureia e o lactato de amônio, por exemplo, têm alto poder emoliente. "Enquanto o lactato promove a hidratação do couro retendo água, a ureia tem como principal função hidratar e amaciar o cabelo", conta Valcinir Bedin.

    Vale lembrar que os produtos que hidratam o couro cabeludo não são os mesmo usados para hidratar o fio. Usar uma máscara capilar na região com esse objetivo pode, portanto, agravar o quadro.

    Secador e chapinha

    Para os fios existem produtos ativados pelo calor do secador e da chapinha que dão a proteção necessária. Mas e para as raízes? Não há produto capaz de atenuar o dano do calor excessivo, a única solução é o cuidado ao fazer esses procedimentos. O dermatologista Valcinir Bedin recomenda manter o secador a uma distância mínima de 30 centímetros da raiz dos cabelos e a chapinha a cerca de um centímetro e meio do couro cabeludo.

    O especialista ainda faz o alerta: por mais popular e prática que a chapinha tenha se tornado, é preciso lembrar que ela danifica os cabelos e não pode ser usada tão frequentemente.

    Produtos químicos

    Escova progressiva, definitiva, permanente e qualquer outro procedimento químico pode detonar os fios. O mesmo perigo corre o couro cabeludo. Esses produtos são ácidos e por isso podem queimar o couro cabeludo e gerar descamação. "O ideal é que o profissional faça um teste de sensibilidade antes de aplicar o produto", orienta a cabeleireira Marília Kikuchi, consultora técnica da Condor.

    Alimentação nutre o couro cabeludo

    Os fios de cabelo são compostos por substâncias que adquirimos através da alimentação, por isso, uma dieta adequada é fundamental para que os nutrientes cheguem ao couro cabeludo e constituam um belo fio. O dermatologista Ademir Júnior, membro da Sociedade Brasileira de Medicina Estética, explica que aminoácidos e proteínas (carnes, ovos e leite), por exemplo, estimulam o crescimento e o fortalecimento dos fios, enquanto o zinco (nozes, frutos do mar, gérmen de trigo e levedo de cerveja) estimula o crescimento e reduz a oleosidade, e o ômega-3 e o ômega-6 (presentes nos óleos funcionais) ajudam na hidratação dos fios.

    Procure um médico se...

    Xampus, condicionadores e loções encontradas com facilidade em farmácias podem sim ajudar no controle de problemas como a caspa, por exemplo, mas caso o incômodo não melhore, o ideal é consultar um médico. Isso porque as raízes do cabelo podem esconder problemas muito graves, como o eczema - uma descamação que começa comumente com uma alergia -, a psoríase de couro cabeludo, e até a alopecia areata, que é uma das formas com que a queda de cabelo pode se manifestar. "O médico pode também diagnosticar o problema com mais precisão, diferenciando a caspa da descamação, por exemplo, e receitar remédios mais eficientes", explica Valcinir Bedin.

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    Cuidados para ter unhas saudáveis
    26/04/2016

    Cuidados para ter unhas saudáveis

    Roer as unhas causa lesões graves, como deformidade e até mesmo a destruição definitiva

    Ter um dia da semana para ir ao salão fazer as unhas é o sonho de muitas - ou seria de todas? - mulheres. Porém, encontrar uma brecha semanal na agenda, em meio à correria do dia a dia, muitas vezes vira uma tarefa impossível. Essa é a sua realidade? Não se desespere.

    Selecionamos dicas preciosas de como cuidar das suas garras em casa até a próxima visita à manicure - evitando que elas ganhem um aspecto desleixado. Com poucos produtos e alguma dedicação, você exibirá mãos cuidadas e bem feitas sempre.

    1. Hidratar Quanto mais hidratadas estiverem as cutículas, menor a chance de ficarem esbranquiçadas e com pontinhas soltas. Espalhe um creme nas mãos sempre que lavá-las ou ao sentir que estão ressecadas. Também vale investir em uma cera nutritiva (que pode ser usada por cima do esmalte) para manter as cutículas macias e no lugar. Carregue-a na bolsa e aplique de três a quatro vezes por dia. "O melhor é não retirar a cutícula com alicate, e sim empurrá-la com uma espátula, removendo somente o excesso de pele", diz a a designer de unhas Katia Girotto, de São Paulo.

    2. Fortalecer Além de uma dieta rica em cálcio, proteínas e alimentos com vitamina A (como gema de ovo, leite e derivados, sardinha, couve, espinafre, entre outros), o óleo fortalecedor é outra solução para unhas fracas. Ele deve ser passado antes do esmalte para que fique em contato direto com a superfície.

    3. Esmaltar É cada vez mais difícil encontrar mulheres com as unhas in natura - leia-se sem cor nem base. Mas o recomendado é dar, pelo menos, uma semana de folga a elas para que possam se recuperar da agressão causada pelos agentes químicos dos esmaltes (que podem ressecar e levar à quebra). Importante: varie as cores na hora de pintar as unhas, já que as escuras contribuem para que elas fiquem amareladas. Nesse caso, só mesmo o crescimento fará com que elas voltem ao tom natural.

    4. Lixar e polir O ritual de lixar as unhas deve ser feito toda semana. Dessa forma, elas crescem mais fortes e saudáveis. Na hora de comprar seu acessório, prefira a versão com quatro lados. Versátil e prática, ela apresenta diferentes funções em cada face: lixar, polir, remover saliências e dar brilho. Longa duração Já passou pela situação de ir à manicure e depois de três ou quatro dias ver o esmalte descascar ou perder o brilho? Veja como evitar que isso aconteça e prolongar a cor nas suas unhas: Antes de pintar Lixe suavemente a superfície da unha com um produto específico para isso. Se ela estiver descascando, a chance de o esmalte sair rápido é maior.

    É importante retirar completamente os resíduos de cor, de creme para cutícula ou de hidratante para mãos (pois atrapalham a aderência do verniz) e secá-la bem. Ao pintar Esmaltes velhos não duram tanto quanto os novos. Por isso, fique de olho na validade dos seus ? ou nos da manicure.

    Lembre-se de tirar o excesso ao redor e na ponta das unhas com algodão e removedor. Se quiser manter o verniz intacto por cerca de 20 dias, opte pelas versões em gel, novidade que apresenta maior durabilidade. Depois de pintar Aplique uma camada de extra brilho logo depois que o esmalte secar e repita a operação a cada três ou quatro dias. Isso vai intensificar a cor escolhida. No dia a dia, use luvas de silicone ao lavar a louça ou mexer com produtos de limpeza.

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